segunda-feira, 30 de abril de 2012

O conhecimento aumenta... E a saúde diminui


O conhecimento aumenta... 
E a saúde diminui


Dr. Vernon Coleman

Dizem que o conhecimento médico dobra a cada dez anos. De acordo com o sistema médico, sabemos hoje dezesseis  vezes  mais  sobre o  corpo  humano – e sobre como tratar as doenças – do que há cinquenta anos. Então, por que há tanta gente doente? Por que tantas doenças graves estão se tornando mais comuns? Por que tantas pessoas morrem cedo?

           Eis as respostas:

  •   A qualidade dos alimentos que consumimos está deteriorando ano após ano, e a alimentação moderna contém muitos produtos químicos.
  •   A água que bebemos não é boa para consumo.
  •   O ar que respiramos está geralmente poluído, e até mesmo o ar do campo está sendo poluído pelos agricultores.
  •   Todos os lares estão inundados de produtos químicos prejudiciais à saúde: alvejantes, sabão em pó, aerossóis, etc. são artigos comuns. Muitos produtos de higiene pessoal e cosméticos amplamente usados são nocivos.
  •   A revolução industrial mudou as formas de trabalho, e fez também que outras doenças aparecessem. A revolução da informática está mudando o modo como trabalhamos, e da mesma maneira está fazendo surgir novas doenças. Câncer testicular (comum entre limpadores de chaminés) tem se tornado raro. Mas outras formas de câncer estão se tornando mais frequentes agora que muitos passam a vida cercados de aparelhos elétricos. Sistemas de aquecimento central e de ar condicionado em fábricas, escritórios, lojas, aviões, etc. asseguram a ampla disseminação dos agentes causadores de infecção.
  •   Nossa moderna obsessão por vacinas pode ser responsável por muitas doenças — com possíveis vínculos que vão do autismo ao câncer.
  •   A obesidade tornou-se endêmica em alguns países ocidentais como, por exemplo, os Estados Unidos. Os americanos, em sua maioria, não são “gordinhos”, são morbidamente gordos.
  •   Com o uso disseminado de eletrodomésticos (como fornos de micro-ondas e telefones celulares) a incidência de câncer (principalmente entre crianças e jovens) continuará aumentando.
  •   Os médicos, ao terminarem a consulta, automaticamente pegam o bloco de receitas. Ao receitar mais do que seria necessário, tornaram-se uma das principais causas de morte prematura e doença.
  •  Tratamentos alternativos eficazes — muitos utilizados há séculos — estão sendo proibidos por governos que constam das folhas de pagamento da indústria farmacêutica e da indústria médica, controlada pelos laboratórios.
  •   O estresse é endêmico há tempos, mas uma nova forma de estresse, o estresse tóxico, é sem dúvida causa importante de doenças.
  •   Somos constantemente desencorajados a assumir qualquer responsabilidade por nossa própria saúde e nossa própria vida. A sociedade em que vivemos está assumindo mais e mais autoridade sobre nossas vidas. Porém, não leva essa responsabilidade a sério. 

Esta lista poderia continuar, mas o exposto é suficiente para provar que a nossa saúde está se deteriorando por causa — e não apesar — dos progressos da ciência.

terça-feira, 27 de março de 2012

O Perigo dos Campos Eletromagnéticos







Como se Proteger das Fontes Ordinárias de Radiação

Como se Proteger das Fontes Ordinárias de Radiação
                                                                                            
                                                                                       Julia Ferré



As torres de telefonia celular, o telefone celular, os alimentos irradiados e os raios infravermelho e ultravioleta são exemplos de fontes de radiação a que estamos expostos diariamente. 
Campos eletromagnéticos. Os campos eletromagnéticos são campos de energia invisíveis e oscilantes criados pela eletricidade. A frequência é mensurada em Hertz, que equivalem a ciclos por segundo. Alguns estudos revelam que trabalhadores expostos a altas frequências desenvolvem câncer. Os campos mais poderosos se originam de torres de telefonia celular, cabos de alta tensão e rede elétrica. Outros campos circundam aparelhos celulares, computadores, televisões e eletrodomésticos. Faça o que for possível para reduzir a exposição a eles.
Telefone celular. Constitui a antena o componente prejudicial, pois é ela que transfere as ondas de energia. Desligue completamente o celular à noite e durma longe dele. Os telefones celulares possuem uma antena que permanece em contato com a torre. Mesmo quando não os utilizamos, permanecendo eles ligados, o campo eletromagnético continua circundando-os. Além disso, procure usar fones de ouvido para ligações demoradas e evite deixar o celular próximo à cabeça por longos períodos.
Torres de telefonia celular. Torres de telefonia celular emitem fortes campos eletromagnéticos. Quanto mais perto de nós, mais nocivas elas são. Verifique onde estão instaladas na área em que você vive, e considere a possibilidade de mudar-se caso more num raio de aproximadamente 800 metros de uma delas.
Alimentos irradiados. Os alimentos irradiados passaram por um campo de radiação para esterilizá-los e dar cabo dos micróbios. Transformações químicas verificam-se nos alimentos irradiados. Evite-os, comprando orgânicos de fontes confiáveis.
Raios infravermelho e ultravioleta. Não se deixe queimar ao sol. Exponha mãos e face aos raios solares por no mínimo quinze minutos diariamente visando garantir a quantidade apropriada de vitamina D; mas não ultrapasse este limite.

Alimentos Indicados

Missô. Sabe-se que o misso atrai para em seguida expulsar substâncias radioativas presentes em nosso organismo graças a um seu componente chamado zybicolin. Dê preferência ao missô de cevada escuro e não pasteurizado, com um ano e meio ou mais de fermentação. Em virtude de sua longa fermentação, este tipo de missô contém excelentes probióticos e fortalece a flora intestinal, sendo especialmente indicado àqueles com a saúde debilitada que almejam recuperar a força do aparelho digestivo.
Umeboshi. As ameixas salgadas japonesas são capazes de capturar e remover do corpo o estrôncio 90, uma substância radioativa, em decorrência do ácido cítrico que contêm. Elas reduzem a náusea e simultaneamente fortalecem o trato digestivo. Têm elas uma longa história como auxiliares da digestão. Faziam parte, assim como o armamento, dos pertences básicos dos soldados japoneses, que as ingeriam para prevenir a diarreia. A medicina popular japonesa as recomenda para resfriados, debilidade geral e ressacas. As grávidas as utilizam para combater o enjoo matinal.
        No livro Tradicional Herbs for Natural Healing, de Kosai Matsumoto, encontra-se a seguinte exposição: “De acordo com o Dr. Hichiro Akiya, da Universidade de Tóquio, o estrôncio 90, que é facilmente absorvido pelos ossos, combina quimicamente com o ácido cítrico, podendo assim ser excretado do corpo. Uma vez absorvido, o estrôncio 90 permanece no corpo por 28 anos. Sua potência destrutiva é tal que, ao final desse período, lá está ele emitindo ainda mais da metade da radiação inicial. Sob o impacto da contínua radiação emitida por quase três décadas, a estrutura celular sofre mudanças que levam ao envelhecimento prematuro e, com mais frequência, ao câncer. A reação química acima referida constitui um forte argumento a favor da ingestão de alimentos ricos em ácido cítrico, tal qual o extrato de ameixa japonesa.
        “Como exemplo da conexão entre ameixas japonesas e eliminação de radiação, lembremos o seguinte episódio. Uma senhora de Hiroshima sofria de leucopenia – uma diminuição do número de leucócitos, as células brancas do sangue. Tudo indicava que sua doença era o resultado da exposição à radioatividade proveniente da bomba atômica que atingiu Hiroshima. Depois de ingerir umeboshi todos os dias, apresentou ela um aumento não só de leucócitos, como também de hemácias. Desnecessário dizer que a equipe do hospital onde ela se internara se surpreendeu com sua melhora.”
Vegetais do mar. Se há uma mensagem especial a ser extraída deste artigo, ela é: como vegetais do mar, embora não exclusivamente nem muito. Coma-os frequentemente, de preferência com a porção de leguminosas, mas não xícaras deles todos os dias. Segundo Denny Waxman, diretor do Strengthening Health Institute, na Filadélfia, “o consumo exagerado de vegetais do mar provoca desequilíbrio mineral e pode levar a problemas de tireoide e extrema perda de peso, dada a alta concentração que apresentam de minerais. Todos compartilhamos de um sistema natural de racionamento de vegetais do mar; é difícil consumi-los em grandes quantidades.
         Vegetais do mar, notadamente wakame e Kombu, contém alginato de sódio, substância à qual é atribuído o poder de remover do corpo o estrôncio radioativo. Além disso, kombu é especialmente rica em iodo. Se há quantidade suficiente de iodo natural no corpo, o iodo radioativo não é absorvido.”

Receitas

Advirta-se que – e isto vale para todas as receitas abaixo – o missô não deve ser dissolvido em água fervente.
Kombu com feijões. Deixe a alga de molho junto com o feijão e cozinhe-os juntos. Use no máximo 5 cm de kombu para uma xícara de feijão. Pode-se amassar a alga antes de servir o prato.
Sopa de missô com kombu. Use cerca de 2,5 cm de kombu para 1 xícara de água. Deixe ferver e remova a alga (que pode ser reutilizada no preparo de sopas ou no cozimento de feijões). Adicione à água tofu e ¼ de xícara de vegetais caprichosamente cortados (cebola, cenoura, brócolis, repolho, cebolinha). Deixe em fogo brando por 2 a 3 minutos ou até os vegetais ficarem tenros. Desligue o fogo. Quando o caldo parar de ferver, dissolva nele 1 colher de chá de missô e sirva-o quente.
Sopa de missô com wakame. Deixe de molho 1 colher de sopa de wakame em 1 xícara de água por 5 minutos. Corte a wakame em pequenos pedaços. Depois leve a água com a wakame para ferver. Abaixe o fogo e deixe o caldo fervendo em fogo brando por 4 a 5 minutos. Adicione ¼ de xícara de vegetais cortados em cubinhos e tofu. Deixe cozinhando por mais 2 ou 3 minutos. Apague o fogo. Finda a fervura, dissolva 1 colher de chá de missô no caldo e sirva-o quente.
Chá de missô. Utilize 2,5 cm de kombu para 1 xícara de água. Deixe ferver e remova a kombu. Finda a fervura, dissolva 1 colher de chá de missô neste caldo de kombu e beba-o quente.
Chá de umeboshi. Ferva 1 xícara de água na qual você adicionou uma umeboshi média.  Deixe em fogo brando por 1 ou 2 minutos. Tempere com algumas gotas de shoyu, limão ou sumo de gengibre. Para fazer o sumo de gengibre, rale a raiz num ralador e esprema o gengibre ralado para extrair o sumo.

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Nota do Editor: podem-se ainda considerar as seguintes recomendações de John Kozinski:
“Folhas verdes: couve, couve-manteiga, mostarda e folhas de nabo estimulam o cólon e ajudam o fígado a eliminar a radiação.
Alimentos fermentados: picles de pepino e chucrute apresentam o mesmo efeito das folhas verdes. Eles auxiliam a digestão e fornecem ao organismo um suprimento considerável de probióticos. Note-se que os únicos que devem ser consumidos são os elaborados em casa ou os adquiridos de fontes confiáveis. Não devem eles conter vinagre como ingrediente.
Gorduras saturadas: gorduras saturadas de boa qualidade, tais como as presentes no óleo de abacate e no óleo de coco, bloqueiam a toxidade de íons radioativos.
Peixes: a gordura de peixes como o salmão selvagem e a sardinha contém vitaminas lipossolúveis que ajudam a eliminação.
Evitem-se, por outro lado, os seguintes alimentos, por prejudicarem a eliminação: açúcar refinado, pois fermenta nos intestinos; farinha de trigo integral em demasia, pois contém excesso de fibra; grãos desidratados e duros, tais como os encontrados nas granolas, pois essa espécie de fibra abriga bactérias prejudiciais; alimentos crus, pois a fibra crua é de difícil digestão.”






Reconciliação com os micróbios



“Enquanto continuarmos a falar e a pensar sobre saúde em termos de enfrentar e dominar a natureza, estaremos lutando contra a nossa própria carne e ‘violando o ninho’ no qual vivemos. Mais cedo ou mais tarde, nós seremos os perdedores. Mais do que em qualquer outro aspecto isso fica claro em relação à nossa batalha contra agentes patogênicos. É tempo de nos reconciliarmos com os micróbios que vivem à nossa volta e dentro de nós.”
Dr. Hiromi Shinya

Papel do Sofrimento



“O Homem não aprende nada com a História, mas aprende tudo com o sofrimento.”
Leornado Boff

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A fertilidade enfermiça da imaginação


“Quanto mais se passam os anos diante de mim, mais me convenço de que ordinariamente o homem sofre por erro de interpretação da causa de seus males e pela fertilidade enfermiça da imaginação.”

Ácido e Alcalino: Um Resumo


Ácido e Alcalino: Um Resumo
Carl Ferré

Herman Aihara desenvolveu sua teoria do ácido e alcalino em resposta às considerações de Ohsawa sobre o tema.
Por ter adotado como critério a presença de certas substâncias nos alimentos sódio, cálcio, fósforo, súlfur , Ohsawa designou yin os alimentos ácidos e yang os alimentos alcalinos. Aihara, suspeitando que o mestre não houvesse alcançado o essencial, mergulhou em aprofundados estudos e acabou por estabelecer uma distinção vital entre alimentos ácidos e alimentos geradores de acidez.
De acordo com ele, o importante era levar em conta os efeitos (acidificantes ou alcalinizantes) de determinado alimento depois de digerido e assimilado. Aihara constatou que os alimentos alcalinos apresentam, sem exceção, um efeito alcalinizante, fato que o levou a denominá-los alimentos geradores de alcalinidade. Com os alimentos ácidos, contudo, não constatou a mesma relação, pois enquanto uns apresentam um esperado efeito ácido, outros apresentam um inesperado efeito alcalino. Estes últimos, embora ácidos, denominou-os também alimentos geradores de alcalinidade.
Além disso, Aihara descobriu que há alimentos geradores de alcalinidade de tendência yin tanto quanto de tendência yang; e há alimentos geradores de acidez de tendência yang tanto quanto de tendência yin. Carne e ovos (ambos yang) e laticínios e doces (ambos yin), por exemplo, provocam acidez.
Advirta-se, finalmente, que o resumo de Carl Ferré ora publicado trabalha integralmente com as noções de alimentos geradores de alcalinidade e alimentos geradores de acidez. (N. do E.)





1.       Nossa saúde está diretamente conectada à condição de nosso meio interno (plasma e líquido intersticial). E a condição de nosso meio interno é diretamente influenciada pelos alimentos que ingerimos e pelas atividades que praticamos diariamente. Embora haja muitos outros fatores envolvidos, o estudo do ácido e do alcalino mostra-se, no que diz respeito à nossa saúde, particularmente vantajoso.

2.       O processo é realmente muito simples. Nós nos beneficiamos quando nosso meio interno encontra-se ligeiramente alcalino; e adoecemos quando nosso meio interno torna-se muito ácido. Quanto mais ácido nosso meio interno, mais problemáticas as desordens que se nos deparam. E todas as desordens – não importa a causa – crescem num ambiente ácido. Todavia, tanto os alimentos que geram alcalinidade, quanto os que geram acidez são necessários para uma condição saudável – tornar-se muito alcalino, embora raro, também é prejudicial.

3.       Muitos problemas de saúde, de um pequeno mal-estar a doenças mais sérias, representam a tentativa do corpo de purificar o meio interno – ingerir, a cada refeição, mais alimentos que geram alcalinidade do que alimentos que geram acidez constitui uma estratégia para estimular esse processo. Aumente a proporção de alimentos geradores de alcalinidade se o meio interno acha-se excessivamente ácido. Advirta-se que é preferível não ingerir refeições compostas exclusivamente de alimentos geradores de acidez (ou alcalinidade), especialmente por um espaço de tempo longo.

4.       Grosso modo, os alimentos podem ser classificados em geradores de acidez e geradores de alcalinidade considerando-se o teor de proteínas, gorduras e minerais que apresentam. Alimentos que contêm muita proteína, gordura e carboidrato provocam acidez, ao passo que alimentos ricos em vitamina e minerais provocam alcalinidade.

5.       Os alimentos que escolhemos, o modo como os preparamos e comemos refletem sobremaneira no nosso bem-estar, na quantidade de energia de que dispomos e nas doenças que porventura venhamos a contrair. A qualidade do nosso meio interno é de suma importância para a manutenção e restauração de nossa saúde. Ofereço abaixo sugestões tendo em vista as condições das pessoas.


Para pessoas saudáveis, considerar a seguinte proporção: 55 a 60% de alimentos  geradores de alcalinidade para 40 a 45% de alimentos formadores de acidez.
Para pessoas com um ou mais sinais de advertência, tais como fadiga, obedecer a esta proporção até os sinais desaparecerem: 60 a 65% de alimentos causadores de alcalinidade para 35 a 40% de alimentos provocadores de acidez.
Para pessoas com uma ou mais desordens já instaladas, observar a proporção que se segue até a eliminação das desordens: 65 a 75% de alimentos geradores de alcalinidade para 25 a 35% de alimentos geradores de acidez.
Para pessoas com doenças sérias ou que lhes ameaçam a vida, adotar a seguinte proporção até as doenças desaparecerem: 70 a 80% de alimentos causadores de alcalinidade para 20 a 30% de alimentos causadores de acidez.

6.       O estudo e o consumo dos alimentos integrais e naturais são determinantes em nossas vidas. Há uma grande variedade de alimentos saudáveis. Quanto mais ingerimos vegetais frescos (incluindo vegetais marinhos), conservas produzidas naturalmente, ervas e especiarias de qualidade inquestionável, grãos integrais, feijões, nozes, castanhas, sementes e frutas (quando nossa condição assim o permitir), mais saudável – e equilibrada no que se refere ao ácido e alcalino – é nossa dieta.

7.       Abaixo segue uma lista de alimentos geradores de alcalinidade organizada por categorias:

Grãos integrais: grãos germinados, arroz selvagem, arroz japonês, amaranto e quinoa.
Vegetais: todos os vegetais orgânicos e frescos, exceto batatas sem casca.
Conservas: todas as conservas produzidas naturalmente.
Ervas e especiarias: todas, exceto noz-moscada.
Frutas: geradoras de alcalinidade para pessoas saudáveis que não apresentam dificuldade de processar ácidos; geradoras de acidez para pessoas que se encontram doentes ou apresentam dificuldade de processar ácidos.
Feijões: brotos de feijões.
Nozes, castanhas e sementes: germinadas, amêndoas e a maioria das sementes.
Óleos: óleo de abacate, óleo de linhaça, óleo de sementes de cânhamo, óleo de oliva.
Alimentos de origem animal: manteiga clarificada (ghee) e gema de ovo.
Adoçantes: melaço de alfarroba, mel cru, agave (suco concentrado de cacto), concentrado de pera e rapadura integral.
     Bebidas: leite de amêndoas não adoçado, kukicha (banchá com os gravetos), suco de grama de cevada, suco de cenoura, e quase todos os chás de ervas.